|
O Centro de Psicologia Aplicada (CPA), Unidade Auxiliar pertencente a Faculdade de Ciências da UNESP Campus de Bauru, iniciou suas atividades em 1973, na então Fundação Educacional de Bauru (FEB), com o objetivo de reunir e coordenar as atividades de estágio obrigatórias para os alunos do Curso de Formação de Psicólogos, do Departamento de Psicologia. Trata-se de exigência do MEC (portaria 150/65), do capítulo IV da lei 4119 de 27 de agosto de 1962, que dispõe sobre os cursos de formação em psicologia e regulamenta a profissão de psicólogo.
Ao longo de sua história tem investido na melhoria contínua da formação de futuros psicólogos, e na realização de pesquisas que agreguem novos conhecimentos à ciência psicológica, assim como benefícios as demandas da sociedade. Enquanto a extensão, em suas diferentes áreas e modalidades de atuação, tem priorizado atendimentos, em saúde mental, as demandas prioritárias da comunidade interna e externa.
|
||
Projetos de Extensão 20111) Acompanhamento do desenvolvimento de bebês que frequentam berçários: avaliação e orientação aos cuidadores
Coordenador: Profª. Lígia Ebner Melchiori (lmelch@fc.unesp.br)
Objetivos: Com os bebês: promover o desenvolvimento infantil nas diferentes áreas: social, linguagem, cognitiva, motora, global e fina. Com as educadoras: auxiliar e capacitar educadoras de berçário para que exerçam seu papel de promotoras do desenvolvimento infantil, atuando com a criança e incentivando e definindo estratégias para fortalecer o vínculo escola-pais. Com os pais: incentivar e orientar a como promover o desenvolvimento dos filhos e facilitar a integração pais-escola. Com os alunos bolsistas: prepará-los para que exerçam o papel de psicólogos comprometidos com a realidade, oferecer oportunidade de união da teoria com a prática, dar a oportunidade de constatar que a prática psicológica educativa está atrelada à pesquisa.
2) Acompanhamento do desenvolvimento de bebês de risco: avaliação e orientação aos pais Coordenadora: Profª. Olga Maria Piazentin Rolim Rodrigues (olgarolim@uol.com.br) Objetivos: O projeto Acompanhamento do desenvolvimento de bebês de risco: avaliação e orientação aos pais pretende prevenir atrasos no desenvolvimento que poderiam resultar em perdas em outras áreas de desempenho acadêmico e desadaptação social. A avaliação sistemática e a pertinente orientação aos pais têm otimizado o desenvolvimento adequado dessa população. 3) Atenção psicossocial nas Unidades de Saúde da Família (USF) – formando técnicos e agentes comunitários da saúde Coordenador: Prof. Celso Zonta (celso.zonta@gmail.com) Objetivos: 1- Proporcionar a compreensão crítica sobre os processos determinantes na construção da saúde/doença mental na sociedade; 2- compreender de maneira crítica o papel das políticas públicas de saúde em geral e de saúde mental; 3- proporcionar aos participantes a instrumentalização técnica de manejo grupal na perspectiva de grupo processual; 4- refletir sobre as formas de organização da sociedade, e especificamente sobre a organização de comunidade; 5- refletir sobre o papel da equipe técnica; 6- proporcionar a instrumentalização para o desenvolvimento grupal na perspectiva da formação de sujeitos pró-ativos na direção da promoção da saúde; 7- refletir sobre a realidade comunitária e identificar possíveis ações de prevenção e promoção da saúde mental; 8- ampliar os recursos técnicos e emocionais das equipes para atender populações culturalmente diversas em termos de linguagem, hábitos e valores; 9- contribuir para a construção coletiva de propostas e ações de saúde mental na perspectiva da atenção psicossocial, capazes de colaborar para que as USF consigam de fato cumprir sua função de promoção da saúde mental previstos em seu papel institucional; 10. promover modificações qualitativas no processo de formação dos alunos na universidade, tendo em vista a análise crítica da realidade social, compreensão das políticas públicas de saúde mental e da realidade do serviço público de saúde, favorecendo vivências concretas, aprofundamento teórico, instrumentalização técnica, produção de materiais pedagógicos e desenvolvimento de pesquisa sobre o tema. 4) Clínica Psicanalítica I - Os princípios da psicanálise Coordenador: Prof. André Luiz Gellis (agellis@fc.unesp.br) Objetivos: Gerais: 1. Atender à demanda de alunos do Curso de Psicologia e de profissionais de psicologia, medicina, etc., por conhecimento teórico e técnico em clínica psicanalítica. 2. Propiciar acesso a tratamento psicológico diferenciado para os clientes jovens e adultos de ambos os sexos da fila de espera do CPA que buscam psicoterapia — com prioridade para os casos clínicos graves, de urgência ou que necessitam atenção prolongada. 3. Atender ao CPA, cujo papel é realizar a articulação entre conhecimento, pesquisa e aprimoramento, o que leva a privilegiar um melhor atendimento da clientela que procura essa instituição. Como principais solicitantes deste Projeto tem-se: o próprio CPA, a comunidade de Bauru e região, e o próprio sistema de saúde do Estado. 4. Desenvolver pesquisas psicanalíticas, atendendo à demanda por formação clínica dos discentes e o aperfeiçoamento dos profissionais formados, o que, consequentemente, acarretará em um atendimento clínico de qualidade, uma vez que as pesquisas psicanalíticas envolvem a prática clínica. Específicos: 1. Aprimorar a formação clínica em Psicoterapia Orientação Psicanalítica mediante, p.ex., a realização de triagem (eventual), de diagnóstico estrutural e de psicoterapia, dentro do programa de atendimento psicológico a jovens e adultos. 2. Realizar estudos sobre metodologia de pesquisa, sobre a crítica psicanalítica das metodologias científicas e humanas, e sobre a técnica psicanalítica. 3. Fundamentação técnica e metodológica consistente para os discentes e profissionais formados visando constituir um corpo de pesquisadores em psicanálise que, uma vez em formação contínua, atenderá com maior respaldo teórico-prático os clientes do CPA e as comunidades unespiana e bauruense. 4. Fundamentação técnica em clínica psicanalítica, mediante a realização de triagem, entrevistas clínicas psicológicas, diagnóstico estrutural, tratamento terapêutico sob orientação psicanalítica. 5. Fundamentação teórico-didática da técnica em clínica psicanalítica mediante a realização de supervisão de casos clínicos, sob a orientação do Coordenador do Projeto, como parte do processo do atendimento clínico, consequentemente com a realização de discussões clínicas em grupo destinadas a permitir um maior entendimento e esclarecimento dos participantes envolvidos no Projeto. METODOLOGIA: O método utilizado pelo presente Projeto consiste em uma aplicação da metodologia de investigação clínica em psicanálise. Tão logo se realize uma triagem da fila de espera do CPA e uma avaliação inicial das demandas de tratamento, alguns dos participantes passam para o atendimento clínico direto aos clientes, na proporção de dois a quatro clientes por participante. Tais atividades serão realizadas no CPA da UNESP-Bauru, e dispensarão de três a seis horas semanais. Concomitantemente, serão realizadas Supervisões Clínicas e Orientações (cerca de quatro a cinco horas semanais) nas quais os casos atendidos são analisados e estudados, como uma primeira forma de tratamento dos dados clínicos obtidos. A seguir, serão realizadas discussões teóricas, seminários clínicos e pesquisas bibliográficas sempre que necessário. No projeto Clínica Psicanalítica-I, serão privilegiados estudos e pesquisas sobre os fundamentos da psicanálise, bem como as temáticas da entrada em análise e do psicodiagnóstico. Em relação aos atendimentos psicoterápicos dos clientes do CPA, propõe-se como regra estabelecer uma Direção do Tratamento Psicanalítico mediante a realização das denominadas Entrevistas Iniciais. Nestas, o cliente expõe suas queixas e sofrimento e é levado a formular suas demandas, cuja primeira abordagem analítica acarretará na constituição do Sintoma Analítico. Diferentemente dos sintomas e sinais clínicos, o sintoma analítico pressupõe uma mudança na posição do sujeito frente ao seu mal: trata-se da Retificação Subjetiva. Desde então, o cliente é levado a falar livremente, de acordo com o método psicanalítico da Livre Associação base para o surgimento da Interpretação. As intervenções clínicas caracteristicamente analíticas serão realizadas pelo terapeuta a partir deste instante no intuito de levar o cliente a retomar suas demandas, atitudes e maneiras de ser e de expressar-se, possibilitando que o mesmo encontre, com esse procedimento, outras atitudes e maneiras de ser e de se expressar, fora do mal-estar. Além disso, espera-se a manifestação do fenômeno psicológico da Transferência, mediante o qual o cliente atualiza eventos vivenciados anteriormente, o que permite o desenvolvimento de um processo que constitui a base do tratamento analítico e a possibilidade de um Ato Psicanalítico e de uma Interpretação. Após as sessões clínicas com o cliente, o praticante realizará estudos dirigidos para compreender a especificidade dos sintomas psíquicos, dada sua imensa variedade, o modo de constituição do Sintoma Analítico e sua diferenciação das estruturas psicopatológicas e de manifestações clínicas diversas, bem como estudos específicos sobre as intervenções psicanalíticas. 5) Clínica Psicanalítica II - Estudos Avançados Coordenador: Prof. André Luiz Gellis (agellis@fc.unesp.br) Objetivos: 1. Propiciar tratamento psicológico a clientes jovens e adultos de ambos os sexos da fila de espera do Centro de Psicologia Aplicada (CPA) da UNESP, além da comunidade unespiana, que buscam atendimento psicoterápico — dando prioridade aos casos clínicos graves, de urgência ou que necessitam tratamento prolongado. 2. Atender ao CPA, um dos principais solicitantes deste Projeto, cujo papel é realizar a articulação entre conhecimento, pesquisa e aprimoramento, o que leva a privilegiar um melhor atendimento da clientela que procura essa instituição (Além de sua função acadêmica, o CPA acaba por suprir alguns serviços que são oferecidos pelos Órgãos Estaduais responsáveis pela Saúde Pública que, contudo, não dão conta da crescente demanda de tratamento psicológico, sobretudo dos casos urgentes e graves). 3. Desenvolver pesquisas psicanalíticas e atender a busca por formação clínica dos discentes e dos profissionais de psicologia, medicina e áreas afins, propiciando, consequentemente, um atendimento clínico de qualidade à população, uma vez que as pesquisas em psicanálise envolvem aplicação prática. 4. Diferenciar a problemática da psicopatologia em psiquiatria da temática do sujeito e dos discursos em psicanálise OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1. Aprimorar a formação clínica em psicoterapia de orientação psicanalítica mediante, p.ex., a realização de triagem, de diagnóstico estrutural e de psicoterapia, dentro do programa de atendimento psicológico a jovens e adultos. 2. Realizar estudos sobre Ciência, Metodologia de Pesquisa, Investigação e Técnica Psicanalíticas, Crítica psicanalítica das metodologias científicas e humanas. 3. Fundamentação metodológica e técnica consistente para os participantes com vistas a constituir um corpo de pesquisadores em psicanálise que, uma vez em formação contínua, atenderá com maior respaldo teórico-prático os clientes do CPA e a comunidade unespiana que requerem psicoterapia de orientação psicanalítica. 4. Fundamentação técnica em clínica psicanalítica mediante a realização de triagem, entrevistas clínicas psicológicas, diagnóstico estrutural, diagnóstico diferencial, tratamentos terapêuticos sob orientação psicanalítica, etc. 5. Fundamentação teórico-didática da investigação e da técnica psicanalíticas mediante a realização de supervisão de casos clínicos, sob a orientação do Coordenador do Projeto, como parte do processo do atendimento clínico, consequentemente, com a realização de discussões clínicas em grupo destinadas a permitir um maior entendimento e esclarecimento dos participantes do projeto. 6. Realizar pesquisas a partir de Grupos Temáticos: investigar assuntos colocados em relevo nos atendimentos efetuados no CPA. Tais Grupos Temáticos têm a função de pesquisar tópicos de casos clínicos em atendimento (p.ex.: angústia, toxicomania, psicose, etc.), visando uma maior compreensão dos processos humanos, a fim de articular de forma cada vez mais satisfatória a teoria com a prática. Além de seu compromisso com a pesquisa propriamente dita, os Grupos Temáticos realizam discussões sobre os temas pesquisados a fim de que os participantes como um todo possam beneficiar-se das produções obtidas. Os objetivos gerais e específicos serão alcançados a partir da seguinte METODOLOGIA: O método proposto no Projeto consiste em uma aplicação da técnica de pesquisa clínica em psicanálise, na qual se privilegia a realização de triagens da fila de espera do CPA, avaliação das queixas, elaboração das demandas, diagnóstico diferencial e o atendimento clínico direto aos clientes, na proporção de dois a quatro clientes por participante durante um ano ou mais. Tais atividades serão realizadas no CPA da UNESP-Bauru e dispensarão de três a seis horas semanais. Concomitantemente, serão realizadas Supervisões Clínicas e Orientações (cerca de quatro a cinco horas semanais) nas quais os casos atendidos são analisados e estudados, como forma de tratamento dos dados clínicos obtidos. A seguir, serão realizadas discussões teóricas, seminários clínicos e pesquisas bibliográficas. Em relação aos atendimentos clínicos dos clientes do CPA, propõe-se como regra a realização das denominadas Entrevistas Iniciais, nas quais o cliente expõe suas queixas e é levado a formular suas demandas, cuja primeira abordagem psicanalítica acarretará em uma Retificação de sua posição subjetiva e na passagem do sintoma clínico ao Sintoma Analítico, em vista da instalação da Transferência. A partir de então, o cliente é levado a falar livremente, de acordo com o método psicanalítico da Livre Associação e a consequente Interpretação. As intervenções clínicas caracteristicamente analíticas serão realizadas pelo terapeuta a partir deste instante com o intuito de levar o cliente a retomar seus passos, quer dizer, suas demandas e atitudes, seus equívocos e maneiras de ser e de expressar-se, dando-lhe a oportunidade de encontrar fora do mal-estar senão a si mesmo, o outro. Todavia, através desse procedimento, em suas atitudes e maneiras de ser, o cliente acaba por retomar antigas demandas e queixas, expressando-as transferencialmente. Na clínica psicanalítica espera-se o desencadeamento do fenômeno psicológico da Transferência, mediante o qual o paciente atualiza eventos vivenciados anteriormente, o que permite o desenvolvimento de um processo que constitui a base do tratamento psicanalítico e a possibilidade do Ato Analítico e da Interpretação. Por fim, ocorrerão estudos dirigidos para compreender a especificidade dos sintomas psíquicos, dada sua imensa variedade, o modo de constituição do Sintoma Analítico e sua diferenciação das estruturas psicopatológicas e de outras manifestações clínicas, bem como estudos específicos sobre as intervenções psicanalíticas 6) Catadores de lixo reciclável: contribuições da Psicologia Social, do Trabalho e da Saúde a esses trabalhadores Coordenador: Prof. Osvaldo Gradella Júnior (gradella@fc.unesp.br) Objetivos: Contribuir com a formação dos alunos de Psicologia em um trabalho com os catadores de lixo reciclável da cidade com o objetivo de identificar as condições de trabalho a que estão submetidos, os problemas da saúde que possam advir dessas condições, os problemas relacionados à seguridade social, atenção à saúde, direitos trabalhistas, organização sindical e política. Criar condições de reflexão coletiva e individual acerca das questões identificadas para ações que possibilitem encaminhamentos, soluções, melhorias nas condições de trabalhado e na produtividade, melhorias nas condições de saúde e de vida e autonomia. Oferecer subsídios teóricos da teoria materialista histórico dialética que permita aos participantes discutir e refletir sobre as questões do trabalho em si, das condições e organização do trabalho no cotidiano. 7) CINEPPEM – Cineclube do NEPPEM Coordenadores: Prof. Angelo Antonio Abrantes (angeloaa@fc.unesp.br) Profª. Juliana Campregher Pasqualini Profª. Sueli Terezinha Ferreira Martins (FMB/Unesp) Objetivos: Geral: Desenvolver o debate e a reflexão sobre a realidade social nas diferentes áreas e temáticas a partir da produção fílmica, promovendo o desenvolvimento psicossocial e a saúde dos participantes e da comunidade a partir do debate e reflexão, ampliando sua capacidade de análise crítica e de ação no cotidiano, garantindo, assim, uma função educativa. Específico: propiciar espaço para que entrem em contato com a produção fílmica de diferentes temáticas que abordem a realidade social, estimular o desenvolvimento psicossocial e a conscientização do contexto histórico-social e o resgate das histórias singulares e sociais. 8) Comportamento pró-sociais e problemas de comportamento no contexto escolar Coordenadoras: Profª Drª Alessandra Turini Bolsoni Silva (bolsoni@fc.unesp.br) Profª Drª Olga Maria P. Rolim Rodrigues (olgarolim@fc.unesp.br/olgarolim@uol.com.br) Profª Drª Vera Lúcia Messias Fialho Capellini – Deptº de Educação(verinha@fc.unesp.br) Objetivos: Promover práticas educativas positivas – promover comportamento pró-social – reduzir práticas educativas negativas – reduzir problemas de comportamento. 9) Contribuições da Psicologia Histórico Cultural e da Pedagogia Histórico-Crítica para a formação do professor alfabetizador Coordenadora: Profª. Lígia Márcia Martins (ligiamar@fc.unesp.br) Objetivos: Instrumentalização de professores, por meio de formação contínua, para o trato com o ensino da leitura e escrita ao longo das séries iniciais do Ensino Fundamental, colocando sob análise as especificidades diferenciais dos métodos de alfabetização pautados no construtivismo e na perspectiva histórico-cultural. 10) Direitos humanos e o desenvolvimento de relações sociais que prescindam do uso da violência Coordenadora: Profª. Nilma Renildes da Silva (nilmarsi@fc.unesp.br) Objetivos: Possibilitar que os participantes do processo grupal se apropriem de conteúdos sobre o tema violência nas escolas para que estes possam em suas práticas cotidianos enfrentar situações nas quais a violência esteja presente, no âmbito de sua atividade. Oferecer subsídios teóricos metodológicos da Psicologia Social Sócio Histórica à professores, funcionários e alunos da rede pública de ensino bem como aos discentes do curso de Psicologia interessados em participar do projeto, permitindo que estes reflitam e discutam sobre os direitos humanos e o desenvolvimento de relações sociais que prescindam do uso da violência. 11) Educação para morte: grupos educativos para profissionais da saúde Coordenadora: Profª. Alessandra de Andrade Lopes (aalopes@fc.unesp.br) Objetivos: a- formar e desenvolver grupos educativos que visam à capacitação de profissionais da saúde (em formação inicial e em serviço) para abordarem diretamente os temas vida/morte, perdas e luto, no contexto e ambiente profissional, em interação com pacientes, clientes, usuários, familiares, equipe de trabalho e população em geral (ENSINO). b- estudar, aplicar e avaliar metodologias de ensino que possam favorecer a discussão sobre o tema central Educação para Morte, bem como sobre práticas educativas profissionais para abordagem sobre vida, morte, perdas e luto (pesquisa). c- Identificar demandas da comunidade, atender estas demandas com conhecimento teórico e prático (contando com o envolvimento de alunos de graduação), produzir informações e conhecimentos em interação com a comunidade envolvida, contribuindo assim para os conteúdos ensinados e pesquisados na área (EXTENSÃO). 12) Formação continuada de funcionários de Escolas Públicas Municipais: contribuições da Psicologia da Educação Coordenadora: Profª. Marisa Eugênia Melillo Meira (marisaem.meira@gmail.com) Objetivos: Contribuir para: - a integração do grupo e fortalecimento dos vínculos grupais entre os funcionários de cada escola; - a reflexão sobre o papel da escola na formação pessoal dos membros do grupo por meio do resgate de suas vivências de escolarização; - a reflexão sobre a função social da escola e a dimensão educativa do trabalho dos funcionários e seu papel no processo de humanização dos alunos; - a delimitação do trabalho dos funcionários em sua interdependência com demais instâncias da comunidade escolar; - a valorização de práticas cotidianas como fontes importantes de formação de valores; - a compreensão da importância das relações sociais humanizadoras na vida e na escola; - a construção coletiva de propostas de trabalho que possibilitem aos funcionários contribuir para a concretização do projeto político-pedagógico de suas escolas. 13) Kairós...Deixando a velhice entrar... processo grupal com idosos Coordenadora: Profª. Nilma Renildes da Silva (nilmarsi@fc.unesp.br) Objetivos: Discutir implicações do processo de envelhecimento junto à população de 3ª idade, participante do projeto NAF Jaraguá. Colher imagens dos idosos e gravar entrevistas para confeccionar um dvd sobre a vivência dessa população. 14) Programa de saúde, segurança e qualidade de vida dos servidores da AG Coordenadores: Prof. Dr. Edward Goulart Junior (edward@fc.unesp.br), José Munhoz Fernandes (AG/Unesp) e Luiz Roberto Gonçalves (AG/Unesp) Objetivos: Baseado nos dados de afastamentos por licenças saúde, acidentes de trabalho e exames periódicos dos servidores da AG, constatamos a necessidade de realizar um programa de intervenção que vise a prevenção e a promoção da saúde, segurança e qualidade de vida do servidor. Entende-se que esse programa desenvolverá atividades importantes para o desenvolvimento de um ambiente saudável de trabalho em áreas, como por exemplo: ergonomia, ginástica laboral, saúde mental, saúde do homem e da mulher, combate ao uso abusivo do álcool, drogas e tabaco, combate e acompanhamento de colesterol, hipertensão e diabetes, segurança no trabalho, combate à obesidade e sedentarismo, reeducação alimentar, saúde bucal, prevenção de doenças infecto-contagiosas e doenças sexualmente transmissíveis e atividades de cultura e laser. 15) Projeto de Educação sem Fronteiras - PESF Coordenadora: Profª Drª Marisa Eugênia Melillo Meira (marisaem.meira@gmail.com) Objetivos: Por meio de um trabalho coletivo e emancipatório que envolve a equipe do Departamento Pedagógico da Secretaria Municipal de Educação, diretores, coordenadores pedagógicos, professores e alunos de 3 escolas municipais e os docentes e discentes dos cursos de Psicologia e Pedagogia da Faculdade de Ciências da UNESP – Campus de Bauru e da Faculdade Anhanguera, o projeto visa: - contribuir para a construção coletiva de propostas educacionais qualitativamente superiores, capazes de colaborar para que as escolas municipais de ensino fundamental consigam de fato cumprir sua função de alfabetização, formação e desenvolvimento do pensamento crítico dos alunos do 1º ao 5º ano; - a partir do atendimento às demandas propostas pelas escolas, contribuir para a produção e socialização de conhecimentos relevantes em relação ao processo de alfabetização no ensino fundamental; - promover modificações qualitativas no processo de formação aos alunos na universidade, tendo em vista análise crítica das necessidades sociais e desafios contemporâneos da educação escolar; - possibilitar algumas das condições necessárias à formação dos alunos de graduação como futuros profissionais cidadãos, a partir da oportunização de vivências de situações concretas de atuação que favoreçam: o aprofundamento de conhecimento na área, a participação em processos de produção científica, a reflexão crítica acerca de alternativas de trabalho para o psicólogo e pedagogo, considerando todas as instâncias nas quais a aproximação entre psicologia e educação se faz necessária. 16) Psicologia da Morte: grupos terapêuticos (GTPE) e atendimento individual para pessoas enlutadas (AIPE) Coordenadora: Profª. Alessandra de Andrade Lopes (aalopes@fc.unesp.br/lopesaa@terra.com.br) Objetivos: O presente projeto de extensão tem como objetivo consolidar a implantação do serviço de atendimento individual e grupal para pessoas enlutadas 9AIPE e GTPE), no Centro de Psicologia Aplicada da Faculdade de Ciências-UNESP-Bauru. 17) PSICOPAPO - Contribuições da Psicologia (oficinas temáticas) Coordenador: Prof. Luiz Carlos Canêo (lcc@travelnet.com.br) Objetivos: A partir dos conhecimentos construídos pela Área da Psicologia do Trabalho é objetivo do projeto levar os participantes a adquirir e/ou desenvolver conhecimentos relacionados a diferentes temáticas pertinentes ao mundo do trabalho, levando-os ao aperfeiçoamento do senso crítico a respeito dos assuntos abordados. 18) Seminários de Psicanálise e Saraus Artísticos Coordenadora: Profª. Christiane Carrijo Eckhardt Mouammar (chris@fc.unesp.br) Objetivos: Os objetivos dos Seminários de Psicanálise e Saraus Artísticos serão o de promover o estudo sistemático da teoria e clínica psicanalítica através do grupo de estudos com leituras sistematizadas dos mais importantes livros e artigos de Sigmund Freud, Jacques Lacan e Françoise Dolto, bem como, de discutir e refletir sobre a Psicanálise na atualidade com suas questões nos campos da ciência, da sociedade e da cultura. É nesse sentido que será promovido Saraus Artísticos com o objetivo de propiciar um espaço para a cultura e o debate de ideias pertinentes às áreas que fazem interface com a Psicanálise, com atividades organizadas por participantes do grupo e com orientação da coordenadora do Projeto. O grupo de estudos também procurará realizar de dois em dois anos, a Jornada de Psicanálise na Universidade com o objetivo de trazer para Bauru professores, pesquisadores e profissionais da área para a transmissão do conhecimento e da prática psicanalítica, incentivando o aprimoramento dos estudantes de graduação em psicologia da Unesp, de Bauru e região e de profissionais interessados e articulando o campus de Bauru com o de outras Instituições de Ensino e Pesquisa. Se possível, o grupo de estudos participará de atividades de estudos e/ou pesquisa e/ou cultura na cidade de São Paulo. 19) Sexualidade na adolescência: esclarecimentos para jovens e seus pais Coordenadora: Profª. Ana Claudia Bortolozzi Maia (aclaudia@fc.unesp.br/bortolozzimaia@uol.com.br) Objetivos: Oferecer um espaço para reflexão sobre a sexualidade na adolescência a jovens e seus pais, proporcionando esclarecimentos sobre diferentes temas na área da sexualidade e educação sexual: Educação sexual e sexualidade, puberdade e adolescencia, relacionamentos amorosos, diversidade sexual, vida sexual e reprodutiva, gravidez na adolescência e aspectos preventivos. Além da promoção da saúde, este projeto pretende favorecer a reflexão crítica de valores, visto que a sexualidade é um tema muito presente na vida do adolescente. 20) Tecendo o amanhã: a arte no preparo para o enfrentamento da revelação diagnóstica em crianças portadoras de HIV-AIDS Coordenador: Prof. Angelo Antonio Abrantes (angeloaa@fc.unesp.br) Objetivos: Dar suporte ao trabalho de atendimento psicológico a crianças portadoras de HIV/AIDS que não foram formalmente orientadas sobre o diagnóstico, desenvolvendo reflexões sobre a organização de atividades lúdicas, apoiadas em histórias infantis, vídeos (curtas) e imagens, que tenham como finalidade preparar as crianças para o enfrentamento da revelação diagnóstica e colaborar na compreensão do fenômeno HIV/AIDS de forma a minimizar sofrimentos e favorecer a adesão ao tratamento. A adesão ao tratamento passa a ser o objetivo preponderante visto referir não apenas a seguir corretamente o tratamento medicamentoso, mas fundamentalmente, possibilitar ao usuário sobre as bases dos conhecimentos elaborados sobre o fenômeno HIV/AIDS, orientar suas ações na sociedade de forma autônoma, visando a preservação da saúde emocional.
|